ARTISTAS / TOMARA


TOMARA é o nome com que Filipe C. Monteiro assina o seu trabalho em nome próprio. "Favourite Ghost", o disco de estreia editado no final de 2017, foi elogiado pela crítica tendo integrado várias listas de “melhores discos do ano”. Os singles "Coffee and Toast" e "For no Reason" figuraram em inúmeras playlists e tops de rádios nacionais.

A sonoridade de TOMARA distingue-se pelo delicado cruzamento entre uma folk norte americana e uma identidade profundamente europeia, ancorada em referências como Sufjan Stevens, Bon Iver, Nick Drake, Daniel Lanois, Gustavo Santaolalla, Radiohead ou Sigur Ros, que culmina na construção de canções onde se intui quase sempre um universo visual contemplativo muito forte. As canções de "Favourite Ghost" são um convite para uma viagem a paisagens sonoras, onde o uso que Filipe C. Monteiro faz da Pedal Steel Guitar, manipulando-a de diferentes formas, é um dos elementos mais marcantes na sua sonoridade.

 

Filipe C. Monteiro preparou um espectáculo onde, além da banda que o acompanha, as componentes cénica e cinematográfica contribuem para o desenho de um espaço onde as canções de TOMARA se revelam tão sonoras quanto visuais.

 

O músico, produtor e realizador colaborou com diversos artistas (Sérgio Godinho, Luísa Sobral, Da Weasel, Márcia, The Legendary Tigerman, David Fonseca, Rita Redshoes, António Zambujo, Carlão e tantos outros) realizando videoclips, documentários ou até mesmo a componente cénica dos seus concertos. Como músico, participou em trabalhos de estúdio e ao vivo de Deolinda, Samuel Úria e Carminho, chegando a fazer co-produção de discos de Rita Redshoes ("Golden Era" e "Lights & Darks") e de Márcia ("Casulo", "Quarto Crescente" e "Vai e Vem"), até se afirmar como autor de um dos mais bonitos discos da vida musical recente em Portugal.



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“Com seu primeiro disco, Favourite Ghost, TOMARA dá imediatamente um passo de rigor, exímio som para ouvidos calmos, românticos, sofisticado… Cada pessoa que não aceder a este disco estará como que fechada num mundo pior do que aquele que necessita de habitar."

Valter Hugo Mãe in Jornal de Letras

 

“Uma pequena colecção de tocantes melodias, cada nota a poisar com vagar no seu lugar, um contínuo e natural combate contra a ornamentação que nem os arranjos de cordas e sopros põem em xeque." 

Gonçalo Frota in IPSILON

 

"Um disco de ambientes, surpreendente pelos arranjos inesperados, pelos contrastes sonoros, pelo equilíbrio entre as partes instrumentais e as vocalizadas, no fundo um exercício de bom gosto." 

Manuel Falcão in Jornal de Negócios